Solenidade de Nossa Senhora Aparecida 2015

Por Maristela Guimarães

NSAparecida2015_“Na manhã do dia 12, na nossa paróquia, o Pe. Everton presidiu a missa em Ação de Graças à Nossa Senhora Aparecida e também pelo Dia das Crianças.

Havia muitas crianças na missa que ajudaram na liturgia preparando um bela procissão de entrada, colaboraram também no momento do ofertório e assistiram o padre no altar, como coroinha.

A missa solene foi muito bem  animada pelo Paulinho e seu violão, que ajudaram o povo a prestar sua homenagem a Nossa Senhora.

Durante a homilia, o Pe. Everton disse lindas palavras sobre Maria, ensinando-nos e encorajando-nos a prestar atenção na história de vida dessa importante mulher. “Maria de fato doou sua vida pela causa do Reino de Deus, acolhendo a vontade de Deus em sua vida.”, disse Pe. Everton.

Referindo-se ao primeiro milagre de Jesus nas Bodas de Caná, ele ensinou-nos que “Nossa Senhora confia e apresenta a necessidade. Ela não manda em Jesus, apenas confia.” E relembrou-nos da nossa missão: ” A missão da Igreja é gerar Jesus no mundo. Gerar vida como Maria gerou.”

Ao final da missa,  todas as crianças de reuniram na frente da imagem de Nossa Senhora Aparecida e receberam a benção especial.

Nossa Senhora Aparecida, rogai por todos nós e pelas crianças do nosso Brasil.”

Solenidade da Imaculada Conceição

No dia 08 de dezembro o Pe. Cleidison presidiu a missa solene da Imaculada Conceição.

Quem estava presente não conseguiu evitar ser contagiado com o ambiente muito alegre e festivo, apesar da seriedade da ocasião.

Pe. Cleidison estava particularmente muito feliz, pois há exatamente um ano celebrava suas primeiras missas, logo após a ordenação.

Durante a linda homilia, ele encheu nossos corações de esperança ao falar da grandiosidade e importância de Maria na nossa história.

Ensinou que esse dia solene é o dia de louvarmos Maria, mãe de Deus, dia de nos reunirmos como a grande família de Deus. Continuou ainda dizendo que Maria é nosso grande modelo, pois disse “sim” ao convite do Senhor e deixou a porta aberta para que pudéssemos entrar na casa do Pai. “Maria é nosso grande exemplo para sermos santos e irrepreensíveis”, afirmou Pe. Cleidison.

A Santidade é dizer sim ao projeto de Deus, é aceitar seu convite. E Maria é a grande prova de que um ser humano, simples e desconhecido, pode dizer sim aos planos de Deus, pode aceitar seu convite e ter a vida transformada.

Outro lindo momento dessa celebração foi a consagração dos irmãos Tiago Silva de Almeida e Leandro Pereira da Silva, da comunidade do Pe. Pio, Casa Santa Clara. O Pe. Cleidison abençoou as pulseiras, que têm o formato de uma corrente e um cadeado, e colocou nos pulsos dos irmãos Tiago e Leandro, que estavam visivelmente comovidos.

Ao final da missa, fizemos a consagração das nossas famílias à Maria. O Pe. Cleidison havia pedido para que os fiéis levassem fotos dos seus familiares e nesse momento nossas intenções foram apresentadas a Maria, pedindo sua intercessão.

Antes da benção final a comunidade fez uma oração dando graças ao primeiro ano de sacerdócio do Pe.  Cleidison.

Muito linda foi essa celebração e mais linda ainda foi a participação da comunidade, sempre convidada a estar presente em todos os momentos solenes.

Em São Paulo, beatificação de Assunta Marchetti

Aproxima-se a beatificação de Madre Assunta Marchetti, marcada para o dia 25 de outubro, às 10h00, na Catedral metropolitana de São Paulo. É um fato extraordinário, que não acontece todos os dias entre nós! Por isso, a movimentação para deixar tudo pronto é grande e a expectativa vai aumentando…

Madre Assunta é co-fundadora das Missionárias de São Carlos Borromeu, também conhecidas como Irmãs Carlistas, ou Scalabrinianas; elas se dedicam aos migrantes, conforme o carisma recebido do bispo de Piacenza (Itália), João Batista Scalabrini, fundador da Congregação dos Missionários de São Carlos Borromeu, os Carlistas.

Madre Assunta nasceu na Itália em 15.08.1871, na localidade de Lombrici, município de Camaiore; a comunidade fica na diocese de Lucca, Toscana. Em 1895, veio ao Brasil, acompanhando sua mãe e seu irmão, o jovem padre José Marchetti, junto com algumas companheiras, que também nutriam o desejo missionário de acompanhar os imigrantes italianos no Brasil. Passou breves períodos no interior do Estado de São Paulo e no Rio Grande do Sul.

Mas foi em São Paulo que ela viveu mais longamente e se dedicou a uma intensa ação caritativa voltada sobretudo aos imigrantes, aos doentes e às crianças órfãs ou em situação de pobreza. Atuou longamente no Orfanato Cristóvão Colombo da Vila Prudente, perto da igreja de São Carlos Borromeu. Com as companheiras e a mãe, consolidou a Congregação das Missionárias Scalabrinianas, que continuaram o seu ideal de dedicação aos migrantes e aos pobres. A Congregação hoje está presente em vários Estados do Brasil e também em outros países.

Madre Assunta faleceu em 1º de julho de 1948 e seu túmulo está na Vila Prudente, no local onde viveu e trabalhou. O processo de beatificação, introduzido em 1987 pela própria Congregação das Missionárias Scalabrinianas, na arquidiocese de São Paulo, destaca sua grande caridade e dedicação ao próximo, seu generoso espírito missionário e o testemunho de uma vida consagrada inteiramente ao serviço do reino de Deus.

Pe. José Marchetti, seu irmão, faleceu muito jovem e com pouco tempo de trabalho missionário no Brasil. Também ele viveu intensamente o serviço aos pobres e doentes, em São Paulo, acabando por contrair a febre tifoide, que lhe ceifou a vida. Seu corpo está sepultado no Ipiranga, na igreja do Orfanato Cristóvão Colombo, por ele fundado. A causa de sua beatificação também está em andamento.

A beatificação de Madre Assunta é motivo de alegria não apenas para os membros da Congregação fundada com a sua colaboração, mas para toda a Igreja. De fato, os cristãos beatificados ou canonizados são o belo fruto da missão e da vida da Igreja; eles realizaram de maneira extraordinária a vocação à santidade, que é de todos; são os grandes cristãos, os católicos exemplares, em cuja vida o Evangelho produziu frutos abundantes.

Pela beatificação e a canonização, a Igreja reconhece as virtudes extraordinárias e, muitas vezes, heroicas desses seus filhos, que podem ser imitados como verdadeiros “mestres” de vida cristã, pelo exemplo que deixaram e, muitas, vezes, também pelos seus escritos. Os santos e bem-aventurados, junto de Deus, formam a Igreja celeste, para onde também nós estamos encaminhados.

A beatificação, no dia 25 de outubro, será presidida pelo Cardeal Ângelo Amato, Prefeito da Congregação das Causas dos Santos. Presente também estará o bispo de Lucca e um grupo de pessoas da comunidade de Camaiore. Muitos bispos, sacerdotes e religiosos participarão da celebração; caravanas de diversos lugares do Brasil já estão inscritas.

É pela segunda vez que uma beatificação é realizada na Catedral da Sé de São Paulo; a primeira, em 2003, foi a do bem-aventurado Padre Mariano de la Mata, um frade Agostiniano que viveu na paróquia S.Agostinho, na Liberdade. Para a Arquidiocese de São Paulo, isso é motivo de alegria e uma graça muito especial. Além de Madre Assunta e Padre Mariano, viveram em São Paulo, boa parte de sua vida, também S. José de Anchieta, S. Paulina e S. Antônio de Santana Galvão.

O testemunho dos santos edifica a Igreja. Foram pessoas humanas como nós e viveram num determinado período da história; não se trata de mitos criados pela fantasia. Eles enfrentaram os problemas e as contradições do seu tempo, foram fiéis a Cristo e à Igreja, cristãos exemplares e cidadãos dignos. Os santos enobrecem nossa comunidade; estão perto de Deus e continuam perto de nós.

Por Cardeal Odilo Pedro Scherer – Arcebispo de São Paulo

Sínodo: encerrada a primeira etapa, é preparada a relatio post disceptationem

Arcebispo de Dublin conta à imprensa a sua experiência como participante do sínodo sobre a família em 1980

Cidade do Vaticano, 13 de Outubro de 2014 (Zenit.org) Rocio Lancho García

O sínodo dos bispos finalizou a sua primeira fase de trabalhos e os padres sinodais e auditores descansaram durante o fim de semana para retomar as reuniões na manhã de hoje. Neste breve intervalo, os relatores e o secretário especial, junto com alguns colaboradores, trabalharam na “relatio post disceptationem”, que foi apresentada hoje.

Reuniram-se pela primeira vez na sexta-feira os “circuli minores”, ou círculos menores, que compõem a segunda fase dos trabalhos sinodais. Foram nomeados moderadores dos grupos os cardeais Sarah, Schönborn, Burke, Napier, Filoni, Bagnasco, Robles Ortega e Martínez Sistach, além de dom Kurtz e dom Massagra.

Enquanto eram ouvidos os delegados fraternos, uma segunda parcela dos participantes se dedicou a uma reunião dos “circuli minores”. Os grupos retomaram suas atividades na tarde de hoje.

Na sessão informativa com os jornalistas, realizada no sábado pela manhã, o padre Lombardi, diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, declarou que todos os delegados fraternos se manifestaram na sexta-feira, exceto Hilarion, o representante do patriarcado de Moscou, que não pôde estar presente e se manifestará em outra data. O porta-voz vaticano considerou muito interessante a intervenção de Atenágoras, metropolita da Bélgica, que tocou em pontos da visão ortodoxa comentados muitas vezes durante os debates.

Dom Diarmuid Martin, arcebispo de Dublin, esteve presente na sala de imprensa com os jornalistas e compartilhou a sua experiência como participante do sínodo realizado em 1980, também sobre a família.

Ele destacou que “é interessante que o tema da família tenha sido escolhido por João Paulo II e pelo papa Francisco para os seus primeiros sínodos. Acredito que isso vem do fato de que ambos eram bispos diocesanos um ano antes dos respectivos sínodos e viam a centralidade da família para o desenvolvimento da Igreja e para a estabilidade da sociedade”. Eles também viam, segundo o arcebispo, os desafios que a família como instituição e as famílias concretas tinham que enfrentar na cultura das suas respectivas épocas.

O arcebispo de Dublin chamou a atenção para o fato de o sínodo de 1980 ter sido o primeiro em que houve um grande número de auditores, entre os quais muitos casais. Além disso, recordou que o relator geral foi o cardeal Ratzinger e, a este propósito, afirmou que é interessante ler a “relatio ante disceptationem” daquele sínodo e ver “que muitos dos temas eram os mesmos [de hoje]”. Ratzinger “também falou da relação entre a fé e a validade do matrimônio”, por exemplo.

Fazendo uma comparação com o sínodo atual, o arcebispo de Dublin matizou que agora se percebe que a cultura geral da família mudou mais ainda. “O que me impressiona desta vez é escutar problemáticas que antes eram encaradas só pelos bispos europeus. Hoje, as mesmas ‘invasões’ de uma cultura diferente são registradas na América Latina e na África”.

Falando da sua experiência pessoal, dom Diarmuid Martin observou que “encontra em sua diocese cada dia mais pessoas em situações muito difíceis e que, mesmo assim, vivem de verdade os valores da fidelidade, da dedicação aos filhos, mas nunca seriam capazes de expressar isso nas formulações da nossa teologia: isso não quer dizer que elas não vivam esta realidade”.

É necessário, afirmou o arcebispo, ter um novo tipo de diálogo com as famílias e uma nova linguagem.

(13 de Outubro de 2014) © Innovative Media Inc.

 

Arcebispo latino-americano no Sínodo propõe que São José seja nomeado o padroeiro universal das famílias

ROMA, 13 Out. 14 / 01:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Presidente da Conferência Episcopal de El Salvador, Arcebispo José Luis Escobar Alas, propôs oficialmente que São José, o fiel e casto esposo da Virgem Maria, seja nomeado o padroeiro universal das famílias.

“Deus queira que tenhamos esta graça posto que é modelo de marido, de pai, e protetor dos jovens. Mas também devemos considerar-lhe neste momento um defensor dos direitos da mulher e das crianças. Foi ele quem protegeu a Sagrada Família e o Divino Menino na fuga para o Egito, e constantemente. E deixe-me dizer mais uma coisa, São José continua cuidando de cada uma das nossas famílias”, explicou Dom Escobar em declarações a Rádio Vaticano.

O Arcebispo de São Salvador fez esta contribuição durante a sua intervenção no Sínodo Extraordinário dos Bispos para a família, que se celebra no Vaticano de 5 a 19 de outubro.

“Sem dúvida alguma o amor a São José está em toda a Igreja, ele é o padroeiro universal da Igreja. Também é o padroeiro dos operários. Mas, os bispos do meu país e o povo de Deus, consideramos que convém que São José seja o padroeiro universal da família, e isto é o que pedimos por escrito todos os bispos na nossa participação no Sínodo”, ressaltou.

Dom Escobar agradeceu ao Papa a organização do Sínodo dos Bispos, “pelo grande valor que tem” e porque “o estar aqui é uma garantia a favor do acompanhamento das famílias da América Latina que sofrem tanto pela pobreza”.

“Sem dúvida alguma é uma obra do Espírito Santo, foi o Espírito Santo quem iluminou o Papa Francisco para convocar este sínodo, quero agradecer-lhe também o fato de que sempre esteja no meio de nós e com tanta bondade”, disse.

O Arcebispo dedicou umas palavras às famílias que sofrem por causa da pobreza e lhes pediu que tenham fé, que consigam ver mais além do momento que passam agora. “Deus é vida e bondade, não se desesperem e tenham esperança”.

Por último, o Arcebispo expressou as suas esperanças para o Sínodo. “Estamos procurando solucionar esta problemática tão difícil a nível mundial em torno da família, mas estamos muito contentes e esperançados. E estou seguro que durante o próximo Sínodo encontraremos ferramentas valiosas para a pastoral familiar”, concluiu.

Exposição de Presépios

Acontece no período de 14 à 18 de dezembro, no Salão Paroquial, a 1ª Exposição de Presépios da Paróquia São João Batista.
Todos os movimentos e pastorais da comunidade estão convidados a participar desta mostra montando um presépio com a sua equipe e com muita criatividade.
Lembramos que os paroquianos também são convidados a participar do evento montando o presépio com a sua família.
Para mais informações entrar em contato com a Secretaria Paroquial através do telefone 4368-5026.

Celebração de Bênção do Presépio e da Árvore de Natal

Será no dia 14 de Dezembro de 2011 – a partir das 18h30min, com apresentações musicais e culturais:

– Grupo Musical da Paróquia Jesus de Nazaré

– Apresentação da Peça Teatral “Nasceu o Salvador”, com o Grupo Teatral P’Arte – da Pastoral da Comunicação da Diocese de Santo André;

20h00 – Celebração de Bênção do Presépio e da Árvore de Natal, presidida por Dom Nelson Westrupp – nosso bispo e com a presença dos padres das paróquias de São Bernardo do Campo.

21h00 – Apresentação Musical do Grupo A.M.A.