{"id":8,"date":"2009-11-25T18:39:06","date_gmt":"2009-11-25T14:39:06","guid":{"rendered":"http:\/\/psjbatista.org.br\/newsite\/?p=8"},"modified":"2009-11-25T18:39:06","modified_gmt":"2009-11-25T14:39:06","slug":"e-o-amor-que-humaniza-a-sexualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/e-o-amor-que-humaniza-a-sexualidade\/","title":{"rendered":"\u00c9 o amor que humaniza a sexualidade"},"content":{"rendered":"<p><strong>Quem verdadeiramente ama \u00e9 capaz de assumir o outro integralmente<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/paroquiasaojoaobatista.com.br\/newsite\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/11659txt.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/paroquiasaojoaobatista.com.br\/newsite\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/11659txt-80x80.jpg\" alt=\"11659txt\" title=\"11659txt\" width=\"80\" height=\"80\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-9\" \/><\/a>Amor: somente ele pode, de fato, humanizar a sexualidade. No entanto, em nossos dias esse termo se encontra envolto em uma complexa confus\u00e3o em seu sentido e compreens\u00e3o. Muitos o t\u00eam reduzido apenas \u00e0 dimens\u00e3o do prazer e \u00e0 sua especificidade er\u00f3tica. \u00c9 certo que essa palavra engloba tamb\u00e9m essa dimens\u00e3o, contudo, ele n\u00e3o se encerra apenas em tal express\u00e3o.<\/p>\n<p>O amor \u2013 em seu sentido ag\u00e1pico (Grego: Ag\u00e1pe) \u2013 significa capacidade concreta de doa\u00e7\u00e3o em favor de um outro, buscando a devida intera\u00e7\u00e3o com a verdade dele. E isso tamb\u00e9m deve ser aplicado \u00e0 concep\u00e7\u00e3o humano\/er\u00f3tica do amor, pois, este para ser aut\u00eantico n\u00e3o poder\u00e1 ter o ego\u00edsmo como \u00fanica for\u00e7a motriz.<\/p>\n<p>O amor n\u00e3o se resume \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o do outro como objeto de prazer sexual. Ele n\u00e3o poder\u00e1 permitir a utiliza\u00e7\u00e3o moment\u00e2nea e descart\u00e1vel de um \u201calgu\u00e9m humano\u201d por meio de aventura descompromissada e irrespons\u00e1vel. O aut\u00eantico amor comporta o compromisso.<\/p>\n<p>Estamos acostumados a ouvir os gritos de uma sociedade, que elevou \u00e0 m\u00e1xima pot\u00eancia a necessidade de satisfazer os pr\u00f3prios desejos e instintos a qualquer custo, transmutando assim o valor da pessoa e o colocando em segundo plano. Dentro desse universo de compreens\u00e3o o que importa \u00e9 satisfazer o desejo, n\u00e3o se importando se o outro \u00e9 utilizado como um mero \u201cbrinquedo\u201d por alguns instantes, sendo depois jogado nas m\u00e3os do destino.<\/p>\n<p>\u00c9 o amor\/compromisso que humaniza a sexualidade, do contr\u00e1rio ela se torna apenas ego\u00edsmo animalesco. A viv\u00eancia sexual sem o amor deixa de ser humana e torna-se escravid\u00e3o instintiva.<\/p>\n<p>Quem verdadeiramente ama \u00e9 capaz de assumir o outro integralmente, com todas as suas consequ\u00eancias, sem querer us\u00e1-lo apenas para uma satisfa\u00e7\u00e3o superficial.<\/p>\n<p>O amor torna humana a sexualidade, gerando o comprometimento \u2013 que tem sua m\u00e1xima express\u00e3o no matrim\u00f4nio sacramental \u2013 e o bem, necess\u00e1rios para que a devida intera\u00e7\u00e3o aconte\u00e7a, sinalizando o outro como fim e n\u00e3o como meio. O ser humano possui uma dignidade inviol\u00e1vel, ele \u00e9 pessoa e nunca dever\u00e1 ser diminu\u00eddo \u00e0 categoria de objeto.<\/p>\n<p>O amor traz cor e sabor \u00e0 vida, ele inaugura uma primavera de sentido para toda e qualquer rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A virtude a que somos chamados consiste em contemplar pessoas e relacionamentos sob a \u00f3tica do aut\u00eantico amor. Assim a doa\u00e7\u00e3o sincera em vista do bem inspirar\u00e1 nossas atitudes e nos permitir\u00e1 elevar o ser \u00e0 sua alt\u00edssima e verdadeira condi\u00e7\u00e3o: a de filho amado, querido e respeitado por Deus.<\/p>\n<p>Adriano Zandon\u00e1<br \/>\nartigos@cancaonova.com<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem verdadeiramente ama \u00e9 capaz de assumir o outro integralmente<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-8","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}