{"id":3796,"date":"2015-02-18T15:42:17","date_gmt":"2015-02-18T17:42:17","guid":{"rendered":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/?p=3796"},"modified":"2015-02-18T15:42:17","modified_gmt":"2015-02-18T17:42:17","slug":"mensagem-do-papa-francisco-para-a-quaresma-de-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/mensagem-do-papa-francisco-para-a-quaresma-de-2015\/","title":{"rendered":"MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2015"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><span style=\"color: #663300;\"><b><i>Fortalecei os vossos cora\u00e7\u00f5es\u00a0<\/i>(<i>Tg<\/i>\u00a05, 8)<\/b><\/span><\/p>\n<p>\u00a0<i>Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s,<\/i><\/p>\n<p>Tempo de renova\u00e7\u00e3o para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fi\u00e9is, a Quaresma \u00e9 sobretudo um \u00abtempo favor\u00e1vel\u00bb de gra\u00e7a (cf.\u00a0<i>2 Cor<\/i>\u00a06, 2). Deus nada nos pede, que antes n\u00e3o no-lo tenha dado: \u00abN\u00f3s amamos, porque Ele nos amou primeiro\u00bb (<i>1 Jo<\/i>\u00a04, 19). Ele n\u00e3o nos olha com indiferen\u00e7a; pelo contr\u00e1rio, tem a peito cada um de n\u00f3s, conhece-nos pelo nome, cuida de n\u00f3s e vai \u00e0 nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de n\u00f3s; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), n\u00e3o nos interessam os seus problemas, nem as tribula\u00e7\u00f5es e injusti\u00e7as que sofrem; e, assim, o nosso cora\u00e7\u00e3o cai na indiferen\u00e7a: encontrando-me relativamente bem e confort\u00e1vel, esque\u00e7o-me dos que n\u00e3o est\u00e3o bem! Hoje, esta atitude ego\u00edsta de indiferen\u00e7a atingiu uma dimens\u00e3o mundial tal que podemos falar de uma globaliza\u00e7\u00e3o da indiferen\u00e7a. Trata-se de um mal-estar que temos obriga\u00e7\u00e3o, como crist\u00e3os, de enfrentar.<\/p>\n<p>Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as quest\u00f5es que a hist\u00f3ria continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, \u00e9 o da globaliza\u00e7\u00e3o da indiferen\u00e7a.<\/p>\n<p>Dado que a indiferen\u00e7a para com o pr\u00f3ximo e para com Deus \u00e9 uma tenta\u00e7\u00e3o real tamb\u00e9m para n\u00f3s, crist\u00e3os, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.<\/p>\n<p>A Deus n\u00e3o Lhe \u00e9 indiferente o mundo, mas ama-o at\u00e9 ao ponto de entregar o seu Filho pela salva\u00e7\u00e3o de todo o homem. Na encarna\u00e7\u00e3o, na vida terrena, na morte e ressurrei\u00e7\u00e3o do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o C\u00e9u e a terra. E a Igreja \u00e9 como a m\u00e3o que mant\u00e9m aberta esta porta, por meio da proclama\u00e7\u00e3o da Palavra, da celebra\u00e7\u00e3o dos Sacramentos, do testemunho da f\u00e9 que se torna eficaz pelo amor (cf.\u00a0<i>Gl<\/i>\u00a05, 6). O mundo, por\u00e9m, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta atrav\u00e9s da qual Deus entra no mundo e o mundo n&#8217;Ele. Sendo assim, a m\u00e3o, que \u00e9 a Igreja, n\u00e3o deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida.<\/p>\n<p>Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renova\u00e7\u00e3o, para n\u00e3o cair na indiferen\u00e7a nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renova\u00e7\u00e3o, gostaria de vos propor tr\u00eas textos para a vossa medita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>1. \u00ab<i>Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros<\/i>\u00bb\u00a0<i>(1 Cor\u00a0<\/i>12, 26): A Igreja.<\/p>\n<p>Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclus\u00e3o mortal em n\u00f3s mesmos que \u00e9 a indiferen\u00e7a. Mas, s\u00f3 se pode testemunhar algo que antes experiment\u00e1mos. O crist\u00e3o \u00e9 aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e miseric\u00f3rdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-p\u00e9s. Pedro n\u00e3o queria que Jesus lhe lavasse os p\u00e9s, mas depois compreendeu que Jesus n\u00e3o pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os p\u00e9s uns aos outros; este servi\u00e7o, s\u00f3 o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os p\u00e9s por Cristo. S\u00f3 essa pessoa \u00abtem a haver com Ele\u00bb (cf.\u00a0<i>Jo\u00a0<\/i>13, 8), podendo assim servir o homem.<\/p>\n<p>A Quaresma \u00e9 um tempo prop\u00edcio para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, n\u00e3o encontra lugar a tal indiferen\u00e7a que, com tanta frequ\u00eancia, parece apoderar-se dos nossos cora\u00e7\u00f5es; porque, quem \u00e9 de Cristo, pertence a um \u00fanico corpo e, n&#8217;Ele, um n\u00e3o olha com indiferen\u00e7a o outro. \u00abAssim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro \u00e9 honrado, todos os membros participam da sua alegria\u00bb (<i>1 Cor<\/i>\u00a012, 26).<\/p>\n<p>A Igreja \u00e9\u00a0<i>communio sanctorum<\/i>, n\u00e3o s\u00f3 porque, nela, tomam parte os Santos mas tamb\u00e9m porque \u00e9 comunh\u00e3o de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, h\u00e1 que incluir tamb\u00e9m a resposta de quantos se deixam alcan\u00e7ar por tal amor. Nesta comunh\u00e3o dos Santos e nesta participa\u00e7\u00e3o nas coisas santas, aquilo que cada um possui, n\u00e3o o reserva s\u00f3 para si, mas tudo \u00e9 para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que est\u00e3o longe, por aqueles que n\u00e3o poder\u00edamos jamais, com as nossas simples for\u00e7as, alcan\u00e7ar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos \u00e0 sua obra de salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>2. \u00ab<i>Onde est\u00e1 o teu irm\u00e3o?<\/i>\u00bb (<i>Gn<\/i>\u00a04, 9): As par\u00f3quias e as comunidades<\/p>\n<p>Tudo o que se disse a prop\u00f3sito da Igreja universal \u00e9 necess\u00e1rio agora traduzi-lo na vida das par\u00f3quias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um \u00fanico corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais fr\u00e1geis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se l\u00e1 longe no mundo, mas que esquece o L\u00e1zaro sentado \u00e0 sua porta fechada (cf.\u00a0<i>Lc<\/i>\u00a016, 19-31)?<\/p>\n<p>Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos d\u00e1, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja vis\u00edvel em duas direc\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, unindo-nos \u00e0 Igreja do C\u00e9u na ora\u00e7\u00e3o. Quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunh\u00e3o de servi\u00e7os e bens que chega at\u00e9 \u00e0 presen\u00e7a de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunh\u00e3o onde a indiferen\u00e7a \u00e9 vencida pelo amor. A Igreja do C\u00e9u n\u00e3o \u00e9 triunfante, porque deixou para tr\u00e1s as tribula\u00e7\u00f5es do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contr\u00e1rio, pois aos Santos \u00e9 concedido j\u00e1 contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido definitivamente a indiferen\u00e7a, a dureza de cora\u00e7\u00e3o e o \u00f3dio, gra\u00e7as \u00e0 morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus. E, enquanto esta vit\u00f3ria do amor n\u00e3o impregnar todo o mundo, os Santos caminham connosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no C\u00e9u pela vit\u00f3ria do amor crucificado n\u00e3o \u00e9 plena enquanto houver, na terra, um s\u00f3 homem que sofra e gema, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: \u00abMuito espero n\u00e3o ficar inactiva no C\u00e9u; o meu desejo \u00e9 continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas\u00bb (<i>Carta 254<\/i>, de 14 de Julho de 1897).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00f3s participamos dos m\u00e9ritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconcilia\u00e7\u00e3o. Para n\u00f3s, a sua alegria pela vit\u00f3ria de Cristo ressuscitado \u00e9 origem de for\u00e7a para superar tantas formas de indiferen\u00e7a e dureza de cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, cada comunidade crist\u00e3 \u00e9 chamada a atravessar o limiar que a p\u00f5e em rela\u00e7\u00e3o com a sociedade circundante, com os pobres e com os incr\u00e9dulos. A Igreja \u00e9, por sua natureza, mission\u00e1ria, n\u00e3o fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens.<\/p>\n<p>Esta miss\u00e3o \u00e9 o paciente testemunho d&#8217;Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A miss\u00e3o \u00e9 aquilo que o amor n\u00e3o pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, at\u00e9 aos confins da terra (cf.<i>\u00a0Act<\/i>\u00a01, 8). Assim podemos ver, no nosso pr\u00f3ximo, o irm\u00e3o e a irm\u00e3 pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo tamb\u00e9m para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irm\u00e3os possuem \u00e9 um dom para a Igreja e para a humanidade inteira.<\/p>\n<p>Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas par\u00f3quias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de miseric\u00f3rdia no meio do mar da indiferen\u00e7a!<\/p>\n<p>3. \u00ab<i>Fortalecei os vossos cora\u00e7\u00f5es<\/i>\u00bb (<i>Tg<\/i>\u00a05, 8): Cada um dos fi\u00e9is<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m como indiv\u00edduos temos a tenta\u00e7\u00e3o da indiferen\u00e7a. Estamos saturados de not\u00edcias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para n\u00e3o nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impot\u00eancia?<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, podemos rezar na comunh\u00e3o da Igreja terrena e celeste. N\u00e3o subestimemos a for\u00e7a da ora\u00e7\u00e3o de muitos! A iniciativa\u00a0<i>24 horas para o Senhor<\/i>, que espero se celebre em toda a Igreja \u2013 mesmo a n\u00edvel diocesano \u2013 nos dias 13 e 14 de Mar\u00e7o, pretende dar express\u00e3o a esta necessidade da ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive pr\u00f3ximo de n\u00f3s como a quem est\u00e1 longe, gra\u00e7as aos in\u00fameros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma \u00e9 um tempo prop\u00edcio para mostrar este interesse pelo outro, atrav\u00e9s de um sinal \u2013 mesmo pequeno, mas concreto \u2013 da nossa participa\u00e7\u00e3o na humanidade que temos em comum.<\/p>\n<p>E, em terceiro lugar, o sofrimento do pr\u00f3ximo constitui um apelo \u00e0 convers\u00e3o, porque a necessidade do irm\u00e3o recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha depend\u00eancia de Deus e dos irm\u00e3os. Se humildemente pedirmos a gra\u00e7a de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, ent\u00e3o confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o diab\u00f3lica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos.<\/p>\n<p>Para superar a indiferen\u00e7a e as nossas pretens\u00f5es de omnipot\u00eancia, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de forma\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc.\u00a0<i>Deus caritas est<\/i>, 31). Ter um cora\u00e7\u00e3o misericordioso n\u00e3o significa ter um cora\u00e7\u00e3o d\u00e9bil. Quem quer ser misericordioso precisa de um cora\u00e7\u00e3o forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um cora\u00e7\u00e3o que se deixe impregnar pelo Esp\u00edrito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irm\u00e3os e irm\u00e3s; no fundo, um cora\u00e7\u00e3o pobre, isto \u00e9, que conhece as suas limita\u00e7\u00f5es e se gasta pelo outro.<\/p>\n<p>Por isso, amados irm\u00e3os e irm\u00e3s, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: \u00ab<i>Fac cor nostrum secundum cor tuum\u00a0<\/i>\u2013 Fazei o nosso cora\u00e7\u00e3o semelhante ao vosso\u00bb (S\u00faplica das Ladainhas ao Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus). Teremos assim um cora\u00e7\u00e3o forte e misericordioso, vigilante e generoso, que n\u00e3o se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globaliza\u00e7\u00e3o da indiferen\u00e7a.<\/p>\n<p>Com estes votos, asseguro a minha ora\u00e7\u00e3o por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itiner\u00e1rio quaresmal, enquanto, por minha vez, vos pe\u00e7o que rezeis por mim. Que o Senhor vos aben\u00e7oe e Nossa Senhora vos guarde!<\/p>\n<p><i>Vaticano, Festa de S\u00e3o Francisco de Assis, 4 de Outubro de 2014.<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><b>Francisco<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fortalecei os vossos cora\u00e7\u00f5es\u00a0(Tg\u00a05, 8) \u00a0Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s, Tempo de renova\u00e7\u00e3o para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fi\u00e9is, a Quaresma \u00e9 sobretudo um \u00abtempo favor\u00e1vel\u00bb de gra\u00e7a (cf.\u00a02 Cor\u00a06, 2). Deus nada nos pede, que antes n\u00e3o no-lo tenha dado: \u00abN\u00f3s amamos, porque Ele nos amou primeiro\u00bb (1 Jo\u00a04, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":3798,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[61],"tags":[],"class_list":["post-3796","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-vaticano"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3796","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3796"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3796\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3798"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3796"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3796"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/psjbatista.org.br\/paroquia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3796"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}